terça-feira, 4 de setembro de 2012
Dalvimar Gallo - Meu pequeno milagre
Não é o dia dos Pais, mas dedico de todo coração ao meu filho
Obrigado Senhor por tudo.
Te adoro Pablo
Perdão se ainda não sei como te amar, perdão se ainda não sei me expressar,
Talvez seja a forma como eu fui criado, mas acredite sou um pai apaixonado.
Quem sabe o meu amor não seja o bastante, pra fazer com que você se sinta amado,
Eu prometo me esforçar de hoje em diante, contratempo existe pra ser superado.
Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu
Sangue por você.
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra
Você viver.
Dia-a-dia vi você crescendo tanto, não deixe o mundo destruir o nosso encanto,
Longe de você eu choro pelos cantos, sempre encharco a poesia com o meu pranto,
To lembrando o dia que você nasceu, o primeiro beijo quem ti deu fui eu,
To lembrando quando ti peguei nos braços, naquele instante eu fui você, você foi eu.
Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu
Sangue por você.
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra
Você viver.
Perdão se ainda não sei como te amar, perdão se ainda não sei me expressar,
Talvez seja a forma como eu fui criado, mas acredite sou um pai apaixonado.
Quem sabe o meu amor não seja o bastante, pra fazer com que você se sinta amado,
Eu prometo me esforçar de hoje em diante, contratempo existe pra ser superado.
Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu
Sangue por você.
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra
Você viver.
Dia-a-dia vi você crescendo tanto, não deixe o mundo destruir o nosso encanto,
Longe de você eu choro pelos cantos, sempre encharco a poesia com o meu pranto,
To lembrando o dia que você nasceu, o primeiro beijo quem ti deu fui eu,
To lembrando quando ti peguei nos braços, naquele instante eu fui você, você foi eu.
Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu
Sangue por você.
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra
Você viver.
foto: heitorgregorio.com.br
Pesquisa feita na cidade de Mossoró pela TCM/Certus aponta a Deputada estadual Larissa Rosado(PSB) em primeiro lugar na lista de intenção de votos para a Prefeitura de Mossoró com 46, 8%,das intenções contra 32,4 % da vereadora Cláudia Regina.
A pesquisa eleitoral foi registrada junto ao TRE nº RN-00073/2012.
Para esta pesquisa foram entrevistadas 500 pessoas entre os dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro em 21 bairros de Mossoró e quatro comunidades rurais. A pesquisa aponta uma margem de erro de 3%.
O fantástico mundo de Bobby
Para muitos a vida é
apenas uma consequência, uma evolução, um acaso, para outros um pleno dom de
Deus e que mesmo nas condições mais adversas o simples fato de respirar já é
suficiente para dar graças. De qualquer forma e em qualquer circunstância a
vida é sempre interessante, única e exclusiva por cada um ter a sua própria,
mesmo que não a valorize ou dê a devida atenção.No pensamento do
livre arbítrio e por decisão divina, fica em nossas mãos o poder de decidir o
que queremos ser, em que estrada caminhar e em que forma de (ir) racionalidade
navegar. O grande erro em não imaginar a importância e valorizar a vida é que
em determinado momento nada seremos além do que um espectro humano. O real e o
imaginário se entrelaçam num mundo de dúvidas e povoam a nossa mente.Nesse contexto da
vida, lembrei-me da falta que faz a uma grande maioria das pessoas o simples
ato de imaginar, e momentaneamente voltei ao passado como se estivesse numa
máquina do tempo e não sei por que lembrei-me do desenho chamado O Fantástico
Mundo de Bobby que era um garotinho que andava sempre em seu triciclo
aprendendo a desvendar o mundo, claro tudo ao toque de sua imaginação, trilha
sonora e ficção.Detentor de uma imaginação fértil tudo se passava em sua mente de
criança, com sua cabeça desproporcional ao seu corpo e seus pés, talvez
querendo nos dizer a desproporção que pode haver até mesmo dentro de nós e que
os vai-e-vem da vida é necessário para nos ajudar, a saber, distinguir o que é
real e imaginação. Diferente do mundo fictício de Bobby, o mundo real em que vivemos é uma
selva de pedra alicerçada sobre o egoísmo das pessoas que só pensam em se dar
bem ou levar vantagens, não imaginando como seria bom mesmo que por poucos
minutos, ajudar ao seu próximo ao invés de tentar prejudicá-lo. O grande exemplo desse mundo de Bobby que fica é que muitos conseguem
fantasiar e viver em seu mundo particular moldado pela pobreza de espírito,
outros até tentam expor suas ideias, mas poucos conseguem trilhar esse caminho,
ou seja, sair do imaginário. Imaginação a parte, o ser humano vive um dilema constante, sempre se
interrogando, questionando e alimentando um mundo onde ele não sabe em
determinado momento o que é real ou ficção, se perde no caminho e em seu
percurso não consegue vislumbrar como sair do fictício o para o real ou
vice-versa. O que não podemos esquecer é que entre o imaginário e o real existe
alguém, e esse alguém é você.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Paróquia de Santana - Comunicado
A paróquia de Santana comunica a todos os fiéis que a Missa da Primeira sexta-feira do mês(Missa do Apostolado da Oração e Sagrado Coração de Jesus) que seria neste dia 07 de setembro às 09 hs da manhã foi adiada para o dia 14/09 por motivos superiores.
Desde já, agradecemos antecipadamente a compreensão de todos.
Dulcivan Teodoro de Oliveira
Ministro Extraordinário da Eucaristia
Como falar do passado sem ser saudosista
De vez em quando me pego pensando no
passado e logo quase sempre alguém ao meu lado me chama de saudosista e de viver
do mesmo. A questão em nada se constitui uma forma de saudosismo, mas lembrar que
mesmo naquela situação difícil sempre tínhamos momentos felizes sem precisar de
muito dinheiro.
As pessoas tinham uma maior consciência
do que podia a família ainda era uma base sólida firmada na pessoa dos nossos
pais, os professores e a escola uma extensão de nossas famílias, aquele momento
comparado com a atualidade era mais árduo, mas o conceito de felicidade se
conseguia com bem menos, geralmente com uma bola, carro, cavalos de talos ou paus
ainda com espinhos e tantos outros quando se tratava de um menino, ou de
bonecas ainda de pano, quando se tratava de meninas. E quem nunca na sua
ingenuidade de criança pediu de repente a Deus para ficar doente e assim ver
nossos pais correrem para comprar um remédio nada convencional geralmente
guaraná com bolacha cream cracker.
O tempo passou e como nome de filme o
vento levou a ingenuidade e conceito de uma geração que hoje quase sempre é
chamada de ultrapassada. A sociedade X ou Y de hoje e que se acha moderna é a
mesma que condecora e idolatram pessoas por nomes, sobrenomes, programas, incita
a violência, mata por um tênis e é agraciada com a generosidade da justiça, mas
esquece de enaltecer as pessoas por suas virtudes e exemplos. É essa mesma
sociedade moderna que se coloca diante de programas de BBBs, Fazendas e dão
preferências em suas vidas a programas medíocres, sem conteúdos e não encontram
tempo para frequentar a uma Igreja ou religião que os ajudem a torná-los
pessoas melhores. Não falo nem em benção, pois é caduco demais.
O conceito de família mudou e sua
dimensão também. Os próprios pais esquecem suas responsabilidades e colocam sobre
as autoridades e órgãos aquilo que é de sua competência caracterizando o caos
em que vivemos.
Não tínhamos um mundo perfeito, mas
vivíamos num mundo bem melhor. Lembro-me das muitas carreiras atrás de tampas
de garrafas, carteiras vazias de cigarros e bolas de meias, não éramos nenhum
craque, mas tínhamos talento para driblar a situação, não éramos ricos, mas nos
achávamos reis em nossas casas simples, talvez não tivéssemos nada, mas era
suficiente o que possuíamos.
Como programa antigo de TV os anos dourados
se foram, a boa música desapareceu, as ilusões deram lugar ao ficar, os grandes
craques foram esquecidos, a ingenuidade foi brutalmente asfixiada pela
modernidade que mais conceitua a mediocridade e o ser humano se especializou e
deixou florescer dentro de si o seu lado mais doentio.
Hoje apesar de tantos os avanços,
facilidades e progresso de vida, o mundo anda carente de coisas simples. Hoje
posso dizer com certeza que era feliz e não sabia.
Política - Os Jecas Tatus, Manés, Migués e Dulcivan da Vida.
Na rotina
do dia-a-dia vemos de tudo um pouco. Pessoas simples com frases inteligentes,
pessoas que se dizem estudadas com atitudes e conceitos ultrapassados,
verdadeiros filósofos e profetas comuns que na observância do cotidiano
inventam ditados próprios, conceitos, teorias e adaptam outras, mas de um modo
geral a observância e entendimento ainda caminha lado a lado com uma ignorância
nada filosofal, que por sua vez não escreveu no seu rótulo o prazo de
validade.
A
sabedoria de Sócrates, Aristóteles, Platão e tantos outros nesse
contexto, nada mais seriam do que um mundo das ideias do "Salvem-se quem
puder”. A filosofia aqui não significa amigos da sabedoria, isso é
ultrapassado, o mundo é globalizado, a mente é pequena, simplifiquemos então,
para amigos do poder, podendo a critério de cada um trocar nesse termo PODER o
E pelo R caso queiram.
Nesse
período eleitoral particularmente, as pessoas se tornam mais tendenciosas a
transformar uma realidade dura e preocupante em um mundo de fantasia, ficção,
perfeição e obsessão, não sabendo em determinado momento distinguir o certo do
errado, a fantasia da realidade e menos ainda, se existe alguma diferença entre
o que é racional e irracional.
A
coletividade não é uma ferramenta a se discutir ou menos ainda, para se entrar
em pauta, a respeitabilidade aprendida dentro de casa, da família ou na escola
não faz diferença, pode ser esquecida e até o verdadeiro Deus fica em plano
secundário, como se a população dissesse "Quando a política terminar eu
volto a frequentar a minha Igreja". Isto é, se meu candidato ganhar.
O eleitor
para se sentir nas alturas e importante só precisa ser convidado pelo candidato
a subir num palanque, agarrados pelos braços e ter seu nome gritado “E agora
vai falar, ele, ele, ele fulano de tal" e logo o seu ego sobe numa
velocidade maior do que a da luz. É o lugar e momento perfeito para mostrar a
todos sob os holofotes que ali está mais um, não para expressar sua opinião com
isenção, mas para alegrar ainda mais a plateia com a perfeição dos candidatos,
que de tantos adjetivos generosos, creio que chegam a confundir se estão sendo
candidato a PREFEITO ou a homem PERFEITO? A diferença é mínima e pouco importa
para muitos que são convidados a falar ou fazem parte da coligação. Na verdade
mais balbuciam, mas tudo bem, se a população não encontra nele um grande orador
ou grandes propostas e jeito até para pegar no microfone, logo se dá um jeito e
torna-se um comediante improvisado, rir também é necessário. Todos são iguais,
pelo menos naquele momento. Faz parte do script. Não se pode pedir para descer
do palanque sob os olhares, pois isso poderia ser usado pelos adversários.
Se o
cidadão em sua maioria, não sabe a diferença de conceitos, valores e qual a sua
importância dentro de um processo eleitoral, para os candidatos essa regra
possuem diferenças mínimas. Nesta linha do tempo e de evolução deficiente,
temos uma hierarquia alimentada entusiasticamente pelas massas que se
acostumaram a ser a força matriz deste sustentáculo onde todos participam, mas
poucos tiram proveitos. A moeda do voto e do favorecimento particular tem um
novo nome, um novo significado, mas a mesma conversão sem atualização.
Se por um
lado, os nossos eleitores são fascinados por nomes geralmente no poder ou com
perspectivas de retorno e que possam lhe oferecer cadernetas de poupanças ou
títulos de capitalização rentáveis com prazos de 48 ou 96 meses e endeusam
esses candidatos, os nossos políticos seguem adiante e se tornam fascinados e obcecados por
uma sigla, sobrenome de família política tradicional, mas pensam pouco nos
Antonios, Marias, Raimundos, Josés, Francisco e Jecas Tatus dessa vez nada espertos da vida que parecem
não querer acordar, acreditar e ver que o sol nasce para todos e que embora o
voto tenha o mesmo valor e sejam iguais, os políticos são diferentes.
A sua
arma de mudança silenciosa (voto), está sendo usado letalmente em sua eutanásia
delirante tudo isso sob a legalização de uma suposta democracia onde todos têm
direitos, deveres e obrigação e são iguais perante a Lei. Restando saber se
essa lei foi feita para proteger ou punir ao cidadão.
Na falta
de postura, de não pensar na coletividade, de encarar a política como uma
brincadeira de ataques aos adversários incentivados pelo "Muito bem",
“É isso mesmo” ou “É verdade” e de não exigir propostas e responsabilidades, é
que estamos quase sempre nesse filme readaptado, sob nova direção e lançado de
quatro em quatro anos com os mesmos ou novos atores e atrizes nos papeis
principais, e o eleitor no papel secundário, que me perdoem, de Manés, Migués e
Dulcivan da vida acompanhado de um sobrenome nada desejável de otário, com
grandes bilheterias movidas e trocadas por votos esperando apenas as cenas dos
próximos capítulos, ou uma nova reedição intitulada” Comédia da Vida Privada ou
onde o público é privado".
Questionamentos
e entendimentos a parte, fica a certeza de que nessa relação de amor e ódio e
espertos e ingênuos precisamos igualar o peso da medida, sob assim não agindo
permanecermos eternamente nesta relação de desigualdade.
Mesmo que
se diga que ainda somos um país que está engatinhando no processo democrático e
que saímos a pouco tempo de um regime militar, não podemos fazer desse
pressuposto uma condição permanente para viver dentro de um estágio probatório
a céu aberto e preso em nossas próprias grades e acorrentados por nossa ignorância
coletiva.
Diante de
tudo isso, quem é mais corrupto: O eleitor ou o político?
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