terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dom Mariano Manzana - Bispo Diocesano de Mossoró


Um grande homem e ao mesmo tempo humilde colocando sua vida a disposição da Nossa Igreja e principalmente a serviço de Deus.

Dalvimar Gallo - Meu pequeno milagre





Não é o dia dos Pais, mas dedico de todo coração ao meu filho

Obrigado Senhor por tudo.

Te adoro Pablo



Perdão se ainda não sei como te amar, perdão se ainda não sei me expressar, 
Talvez seja a forma como eu fui criado, mas acredite sou um pai apaixonado. 
Quem sabe o meu amor não seja o bastante, pra fazer com que você se sinta amado, 
Eu prometo me esforçar de hoje em diante, contratempo existe pra ser superado.

Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu 
Sangue por você. 
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra 
Você viver.

Dia-a-dia vi você crescendo tanto, não deixe o mundo destruir o nosso encanto, 
Longe de você eu choro pelos cantos, sempre encharco a poesia com o meu pranto, 
To lembrando o dia que você nasceu, o primeiro beijo quem ti deu fui eu, 
To lembrando quando ti peguei nos braços, naquele instante eu fui você, você foi eu.

Meu pequeno milagre que estar sempre ao seu lado, sou um pai apaixonado do meu 
Sangue por você. 
Meu pequeno milagre não êxito em dizer na dureza desta vida se for preciso morro pra 
Você viver.
foto: heitorgregorio.com.br

Pesquisa feita na cidade de Mossoró pela TCM/Certus aponta a Deputada estadual Larissa Rosado(PSB) em primeiro lugar na lista de intenção de votos para a Prefeitura de Mossoró com 46, 8%,das intenções contra 32,4 % da vereadora Cláudia Regina. 

A pesquisa eleitoral foi registrada junto ao TRE nº RN-00073/2012.

Para esta pesquisa foram entrevistadas 500 pessoas entre os dias  30 e 31 de agosto e 1º de setembro em 21 bairros de Mossoró e quatro comunidades rurais. A pesquisa aponta uma margem de erro de 3%. 

O fantástico mundo de Bobby

Desenhos antigos desenhos animados cartoons antigos


Para muitos a vida é apenas uma consequência, uma evolução, um acaso, para outros um pleno dom de Deus e que mesmo nas condições mais adversas o simples fato de respirar já é suficiente para dar graças. De qualquer forma e em qualquer circunstância a vida é sempre interessante, única e exclusiva por cada um ter a sua própria, mesmo que não a valorize ou dê a devida atenção.No pensamento do livre arbítrio e por decisão divina, fica em nossas mãos o poder de decidir o que queremos ser, em que estrada caminhar e em que forma de (ir) racionalidade navegar. O grande erro em não imaginar a importância e valorizar a vida é que em determinado momento nada seremos além do que um espectro humano. O real e o imaginário se entrelaçam num mundo de dúvidas e povoam a nossa mente.Nesse contexto da vida, lembrei-me da falta que faz a uma grande maioria das pessoas o simples ato de imaginar, e momentaneamente voltei ao passado como se estivesse numa máquina do tempo e não sei por que lembrei-me do desenho chamado O Fantástico Mundo de Bobby que era um garotinho que andava sempre em seu triciclo aprendendo a desvendar o mundo, claro tudo ao toque de sua imaginação, trilha sonora e ficção.Detentor de uma imaginação fértil tudo se passava em sua mente de criança, com sua cabeça desproporcional ao seu corpo e seus pés, talvez querendo nos dizer a desproporção que pode haver até mesmo dentro de nós e que os vai-e-vem da vida é necessário para nos ajudar, a saber, distinguir o que é real e imaginação. Diferente do mundo fictício de Bobby, o mundo real em que vivemos é uma selva de pedra alicerçada sobre o egoísmo das pessoas que só pensam em se dar bem ou levar vantagens, não imaginando como seria bom mesmo que por poucos minutos, ajudar ao seu próximo ao invés de tentar prejudicá-lo. O grande exemplo desse mundo de Bobby que fica é que muitos conseguem fantasiar e viver em seu mundo particular moldado pela pobreza de espírito, outros até tentam expor suas ideias, mas poucos conseguem trilhar esse caminho, ou seja, sair do imaginário. Imaginação a parte, o ser humano vive um dilema constante, sempre se interrogando, questionando e alimentando um mundo onde ele não sabe em determinado momento o que é real ou ficção, se perde no caminho e em seu percurso não consegue vislumbrar como sair do fictício o para o real ou vice-versa. O que não podemos esquecer é que entre o imaginário e o real existe alguém, e esse alguém é você.   




segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Paróquia de Santana - Comunicado




A paróquia de Santana comunica a todos os fiéis que a Missa da Primeira sexta-feira do mês(Missa do Apostolado da Oração e Sagrado Coração de Jesus) que seria neste dia 07 de setembro às 09 hs da manhã foi adiada para o dia 14/09 por motivos superiores.

Desde já, agradecemos antecipadamente a compreensão de todos.


Dulcivan Teodoro de Oliveira
Ministro Extraordinário da Eucaristia


Como falar do passado sem ser saudosista




De vez em quando me pego pensando no passado e logo quase sempre alguém ao meu lado me chama de saudosista e de viver do mesmo. A questão em nada se constitui uma forma de saudosismo, mas lembrar que mesmo naquela situação difícil sempre tínhamos momentos felizes sem precisar de muito dinheiro.

As pessoas tinham uma maior consciência do que podia a família ainda era uma base sólida firmada na pessoa dos nossos pais, os professores e a escola uma extensão de nossas famílias, aquele momento comparado com a atualidade era mais árduo, mas o conceito de felicidade se conseguia com bem menos, geralmente com uma bola, carro, cavalos de talos ou paus ainda com espinhos e tantos outros quando se tratava de um menino, ou de bonecas ainda de pano, quando se tratava de meninas. E quem nunca na sua ingenuidade de criança pediu de repente a Deus para ficar doente e assim ver nossos pais correrem para comprar um remédio nada convencional geralmente guaraná com bolacha cream cracker.

O tempo passou e como nome de filme o vento levou a ingenuidade e conceito de uma geração que hoje quase sempre é chamada de ultrapassada. A sociedade X ou Y de hoje e que se acha moderna é a mesma que condecora e idolatram pessoas por nomes, sobrenomes, programas, incita a violência, mata por um tênis e é agraciada com a generosidade da justiça, mas esquece de enaltecer as pessoas por suas virtudes e exemplos. É essa mesma sociedade moderna que se coloca diante de programas de BBBs, Fazendas e dão preferências em suas vidas a programas medíocres, sem conteúdos e não encontram tempo para frequentar a uma Igreja ou religião que os ajudem a torná-los pessoas melhores. Não falo nem em benção, pois é caduco demais.

O conceito de família mudou e sua dimensão também. Os próprios pais esquecem suas responsabilidades e colocam sobre as autoridades e órgãos aquilo que é de sua competência caracterizando o caos em que vivemos.

Não tínhamos um mundo perfeito, mas vivíamos num mundo bem melhor. Lembro-me das muitas carreiras atrás de tampas de garrafas, carteiras vazias de cigarros e bolas de meias, não éramos nenhum craque, mas tínhamos talento para driblar a situação, não éramos ricos, mas nos achávamos reis em nossas casas simples, talvez não tivéssemos nada, mas era suficiente o que possuíamos.

Como programa antigo de TV os anos dourados se foram, a boa música desapareceu, as ilusões deram lugar ao ficar, os grandes craques foram esquecidos, a ingenuidade foi brutalmente asfixiada pela modernidade que mais conceitua a mediocridade e o ser humano se especializou e deixou florescer dentro de si o seu lado mais doentio.

Hoje apesar de tantos os avanços, facilidades e progresso de vida, o mundo anda carente de coisas simples. Hoje posso dizer com certeza que era feliz e não sabia.

                                                                                                    

Política - Os Jecas Tatus, Manés, Migués e Dulcivan da Vida.



Na rotina do dia-a-dia vemos de tudo um pouco. Pessoas simples com frases inteligentes, pessoas que se dizem estudadas com atitudes e conceitos ultrapassados, verdadeiros filósofos e profetas comuns que na observância do cotidiano inventam ditados próprios, conceitos, teorias e adaptam outras, mas de um modo geral a observância e entendimento ainda caminha lado a lado com uma ignorância nada filosofal, que por sua vez não escreveu no seu rótulo o prazo de validade.

A sabedoria de Sócrates, Aristóteles, Platão e tantos outros nesse contexto, nada mais seriam do que um mundo das ideias do "Salvem-se quem puder”. A filosofia aqui não significa amigos da sabedoria, isso é ultrapassado, o mundo é globalizado, a mente é pequena, simplifiquemos então, para amigos do poder, podendo a critério de cada um trocar nesse termo PODER o E pelo R caso queiram.

Nesse período eleitoral particularmente, as pessoas se tornam mais tendenciosas a transformar uma realidade dura e preocupante em um mundo de fantasia, ficção, perfeição e obsessão, não sabendo em determinado momento distinguir o certo do errado, a fantasia da realidade e menos ainda, se existe alguma diferença entre o que é racional e irracional. 

A coletividade não é uma ferramenta a se discutir ou menos ainda, para se entrar em pauta, a respeitabilidade aprendida dentro de casa, da família ou na escola não faz diferença, pode ser esquecida e até o verdadeiro Deus fica em plano secundário, como se a população dissesse "Quando a política terminar eu volto a frequentar a minha Igreja". Isto é, se meu candidato ganhar.

O eleitor para se sentir nas alturas e importante só precisa ser convidado pelo candidato a subir num palanque, agarrados pelos braços e ter seu nome gritado “E agora vai falar, ele, ele, ele fulano de tal" e logo o seu ego sobe numa velocidade maior do que a da luz. É o lugar e momento perfeito para mostrar a todos sob os holofotes que ali está mais um, não para expressar sua opinião com isenção, mas para alegrar ainda mais a plateia com a perfeição dos candidatos, que de tantos adjetivos generosos, creio que chegam a confundir se estão sendo candidato a PREFEITO ou a homem PERFEITO? A diferença é mínima e pouco importa para muitos que são convidados a falar ou fazem parte da coligação. Na verdade mais balbuciam, mas tudo bem, se a população não encontra nele um grande orador ou grandes propostas e jeito até para pegar no microfone, logo se dá um jeito e torna-se um comediante improvisado, rir também é necessário. Todos são iguais, pelo menos naquele momento. Faz parte do script. Não se pode pedir para descer do palanque sob os olhares, pois isso poderia ser usado pelos adversários.

Se o cidadão em sua maioria, não sabe a diferença de conceitos, valores e qual a sua importância dentro de um processo eleitoral, para os candidatos essa regra possuem diferenças mínimas. Nesta linha do tempo e de evolução deficiente, temos uma hierarquia alimentada entusiasticamente pelas massas que se acostumaram a ser a força matriz deste sustentáculo onde todos participam, mas poucos tiram proveitos. A moeda do voto e do favorecimento particular tem um novo nome, um novo significado, mas a mesma conversão sem atualização.

Se por um lado, os nossos eleitores são fascinados por nomes geralmente no poder ou com perspectivas de retorno e que possam lhe oferecer cadernetas de poupanças ou títulos de capitalização rentáveis com prazos de 48 ou 96 meses e endeusam esses candidatos, os nossos políticos seguem adiante e se tornam fascinados e obcecados por uma sigla, sobrenome de família política tradicional, mas pensam pouco nos Antonios, Marias, Raimundos, Josés, Francisco e Jecas Tatus dessa vez nada espertos da vida que parecem não querer acordar, acreditar e ver que o sol nasce para todos e que embora o voto tenha o mesmo valor e sejam iguais, os políticos são diferentes.

A sua arma de mudança silenciosa (voto), está sendo usado letalmente em sua eutanásia delirante tudo isso sob a legalização de uma suposta democracia onde todos têm direitos, deveres e obrigação e são iguais perante a Lei. Restando saber se essa lei foi feita para proteger ou punir ao cidadão. 

Na falta de postura, de não pensar na coletividade, de encarar a política como uma brincadeira de ataques aos adversários incentivados pelo "Muito bem", “É isso mesmo” ou “É verdade” e de não exigir propostas e responsabilidades, é que estamos quase sempre nesse filme readaptado, sob nova direção e lançado de quatro em quatro anos com os mesmos ou novos atores e atrizes nos papeis principais, e o eleitor no papel secundário, que me perdoem, de Manés, Migués e Dulcivan da vida acompanhado de um sobrenome nada desejável de otário, com grandes bilheterias movidas e trocadas por votos esperando apenas as cenas dos próximos capítulos, ou uma nova reedição intitulada” Comédia da Vida Privada ou onde o público é privado".

Questionamentos e entendimentos a parte, fica a certeza de que nessa relação de amor e ódio e espertos e ingênuos precisamos igualar o peso da medida, sob assim não agindo permanecermos eternamente nesta relação de desigualdade.

Mesmo que se diga que ainda somos um país que está engatinhando no processo democrático e que saímos a pouco tempo de um regime militar, não podemos fazer desse pressuposto uma condição permanente para viver dentro de um estágio probatório a céu aberto e preso em nossas próprias grades e acorrentados por nossa ignorância coletiva.

Diante de tudo isso, quem é mais corrupto: O eleitor ou o político?